ANJOS, F. C Fábio Cristovão dos Anjos. Tecnologia do Blogger.

Cientistas afirmam que uso prolongando de celular causa câncer "VEJA VÍDEO"

Falar muito no telefone celular pode causar câncer cerebral, segundo pesquisa da Universidade de Bordeaux, na França. Os cientistas definiram como usuários ‘excessivos’ do aparelho aqueles que o utilizam por mais de 15 horas por semana, o que equivale a 30 minutos ao dia. Estas pessoas correm mais risco de desenvolver tumores, se comparadas aos usuários eventuais.
As ondas eletromagnéticas emitidas pelos telefones são apontadas como as responsáveis pelo problema. “A teoria defende que essas ondas produzidas pelos smartphones podem mudar as estruturas das células, causando o câncer,” explica o oncologista da Clínica São Carlos, José Luiz Affonso Fuser Júnior. Os pesquisadores franceses afirmam ainda que há dois tipos de tumores que podem ser associados ao uso excessivo da ferramenta: o glioma e o meningioma.
De acordo com Fuser, o primeiro é mais agressivo, pode levar à morte e é mais comum. Já o segundo apresenta mais chances de cura. Ele lembra, ainda, que esse tipo de onda, a radiofrequência, também é emitida por outros equipamentos, como computadores conectados à internet e o forno de microondas. O médico aconselha o uso moderado, já que os riscos não são conhecidos. 
De acordo com o neurologista e coordenador do HCor Neuro, Antônio DeSalles, as pesquisas feitas até agora ainda não comprovam totalmente que os celulares fazem mal ao cérebro, mas levantam hipóteses. “Eles dizem que os índices de câncer cerebral aumentaram nos últimos anos, mas por outro lado os diagnósticos também cresceram,” diz o neurologista. 
O estudo, publicado na revista especializada ‘Occupational & Environmental Medicine’, analisou 253 casos de glioma e 194 de meningioma, entre 2004 e 2006. Esses pacientes foram comparados com 892 pessoas saudáveis. 
Os principais sintomas do câncer cerebral são perdas de funções motoras e sensibilidade, dores de cabeça e convulsões. O tratamento, na maioria dos casos, é cirúrgico. Mas sessões de quimio e radioterapia também são aplicadas.

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    Sobre o autor Fábio Anjos

    Biólogo Licenciado em Ciências Biológicas, pela Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA-CE, Licenciatura Plena, 2010. Atualmente exerce a função de educador nível médio no Projeto Travessia na rede Estadual de Ensino, na Escola Estadual Nossa Senhora Auxiliadora e como também na rede municipal de João Alfredo. O mesmo possui Pós-graduação Lato Sensu em Análises Clínicas pela Faculdade Frassinetti do Recife-FAFIRE-PE, 2012. Cursando mestrado, pela Faculdade Norte do Paraná, no curso de Ciências da Educação e Multidisciplinaridade e cursando espanhol pela Universidade de Pernambuco.
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