ANJOS, F. C Fábio Cristovão dos Anjos. Tecnologia do Blogger.

Cura gay? Marcas se posicionam contra decisão de juiz do DF

Bandeira LGBT: LGBTs: diversos governos também se posicionaram e a hashtag #TrateSeuPreconceito também subiu no Twitter
© Getty Images LGBTs: diversos governos também se posicionaram e a hashtag #TrateSeuPreconceito também subiu no Twitter

No último dia 15, o juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho da 14ª Vara do Distrito Federal concedeu uma liminar que, na prática, proíbe o Conselho Federal de Psicologia de impedir que psicólogos ofereçam “terapias” alternativas de reorientação sexual, popularmente conhecidas como “cura gay”.
Diante de títulos sensacionalistas de diversos portais e memes (que muitas vezes reduziam o assunto a um entendimento raso), não só o assunto gerou um importante buzz de discussão sobre o tema, como também trouxe para o Facebook um colorido especial de volta a muitas fotos de perfil, com filtros em apoio à causa LGBT.
Personalidades como AnittaPaulo Gustavo e Fernanda Gentil e marcas como Jardim da Ressureição, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Absolut, Google, o Detran SP, Museu do Amanhã, além do próprio Facebook entraram na conversa.
Diversos governos também se posicionaram e a hashtag #TrateSeuPreconceito também subiu no Twitter juntamente com #AmorNãoÉDoença, #HomofobiaÉdoença e outras. Veja alguns deles:
O Governo do Rio Grande do Sul relatou em sua página: “Não há cura para o que não é doença. Desde 1990, homossexualidade não é mais classificada como transtorno mental pela Organização Mundial da Saúde. Naquele ano, o órgão declarou que “homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”.O que precisa de cura é o preconceito” e esta imagem:
Marcas contra a cura gay
© Divulgação Marcas contra a cura gay

A Revista Estilo publicou: “Repudiamos a decisão do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho que concedeu uma liminar que permite a terapia de reversão sexual aos homossexuais, a cura gay. A comunidade LGBT não precisa de cura, precisa de respeito.”
A Galileu também deu seu posicionamento online: “Na última segunda-feira (18), o juiz Waldemar Cláudio de Carvalho da Justiça Federal do DF liberou psicólogos a tratarem gays e lésbicas como doentes. A decisão é um retrocesso, já que a OMS deixou de considerar a homossexualidade uma doença em 1990. #trateoseupreconceito
Assim como a Prefeitura de Recife, que disse: Quando se trata de amor, o preconceito é que é a doença. #maisamorporfavor
E o Governo da Bahia: “Homossexualidade é simplesmente o amor que uma pessoa sente por outra do mesmo sexo. Doença é o preconceito, a homofobia e a violência que mata milhares de pessoas no mundo todo. Isto sim precisa de cura. #HomossexualidadeNãoÉDoença#DoençaÉoPreconceito #Bahia #GovernoDaBahia”
Minas também participou do movimento: “Desde o ano passado, os formulários dos REDS (Registros de Eventos de Defesa Social) – nome dado aos antigos boletins de ocorrência – permitem que a homofobia seja apontada como motivação presumida de um crime. Também foram predefinidas outras opções de preenchimento mais precisas, como lesbofobia, bifobia e transfobia. A medida adotada em Minas Gerais ajuda a elaborar um diagnóstico mais detalhado da violência relacionada a preconceitos e, assim, embasar políticas de combate a esses crimes. #TrateSeuPreconceito #CombateÀHomofobia #HomofobiaÉDoença #MG — com SESP – Secretaria de Estado de Segurança Pública e Secretaria de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania.”
Este conteúdo foi originalmente publicado no site da AdNews.
Fonte: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/cura-gay-marcas-se-posicionam-contra-decisão-de-juiz-do-df/ar-AAsjt3v?li=AAggXC1
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Sobre o autor Fábio Anjos

Biólogo Licenciado em Ciências Biológicas, pela Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA-CE, Licenciatura Plena, 2010. Atualmente exerce a função de educador nível médio no Projeto Travessia na rede Estadual de Ensino, na Escola Estadual Nossa Senhora Auxiliadora e como também na rede municipal de João Alfredo. O mesmo possui Pós-graduação Lato Sensu em Análises Clínicas pela Faculdade Frassinetti do Recife-FAFIRE-PE, 2012. Cursando mestrado, pela Faculdade Norte do Paraná, no curso de Ciências da Educação e Multidisciplinaridade e cursando espanhol pela Universidade de Pernambuco.
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