ANJOS, F. C Fábio Cristovão dos Anjos. Tecnologia do Blogger.

10 verdades que ninguém conta sobre a gravidez

10 verdades que ninguém conta sobre a gravidez
© Foto: BSIP/UIG via Getty Images 10 verdades que ninguém conta sobre a gravidez


Gases. Excesso de saliva. Hemorroida. Cocô no meio do trabalho de parto. “Gravidez não é doença” é a frase predileta de quem não está na pele das mamães. Está mesmo longe de ser uma patologia, mas é não é nada fácil lidar com todos esses sintomas bem desagradáveis e ainda ter disposição para encarar trabalho, casa, supermercado, salão de beleza e até – para as mais guerreiras – a rotina com os outros filhos.
O problema é que esses incômodos muitas vezes pegam as gravidinhas de primeira viagem de surpresa. Afinal, quem já passou pelas quarenta semanas uma ou mais vezes não costuma sair por aí contando todas as dificuldades que enfrentou. A maior parte das mulheres se restringe a dizer que a gestação é desafiadora!
Por isso, nas nossas redes sociais, pedimos para as mamães não esconderem o jogo. Nada de pé que não cabe no sapato e seios que não param de crescer. Procuramos saber quais foram as ~piores~ situações que elas encararam, aquelas nada a ver com a gravidez de novela, mas sim as mais cabeludas, as que você gostaria de ter se preparado e ninguém avisou antes – por mais que o Dr. Rodrigo da Rosa Filho, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana da Clínica Mater Prime, de São Paulo, tenha assinado embaixo ao afirmar que todas elas são comuns.
Eis uma lista nada cor-de-rosa de tudo que pode acontecer nesses nove meses de espera. Mas calma, não precisa se desesperar, pois em uma opinião as mamães são unânimes: você esquece tudo isso quando pega o seu bebê no colo pela primeira vez. Esquece tanto que faz de novo! Por quê? Por aquela verdade clichê que todo mundo já sabe e, mesmo assim, se surpreende quando acontece: o amor de mãe – esse sim é rosa-choque. 
Confira a série completa da #GestaçãoNaReal:
1. GASES
Esse desconforto atinge 90% das gestantes. E o mal se dá porque o intestino funciona bem mais lentamente na gravidez (sim, pode esperar por outros probleminhas relacionados a isso) e também pela ação hormonal no corpo da mulher. Então, prepare-se (e quem mais estiver ao seu redor) para as dores e para o resto do pacote que acompanha os gases, pois é bem possível que eles sigam com você por toda a gestação – e até mesmo um pouco depois dela!
2. SALIVAÇÃO EXCESSIVA
Também conhecida como sialorreia. A condição costuma ocorrer com mais da metade das gestantes, logo no primeiro trimestre, e não passa de mais uma alteração fisiológica, típica de gravidez. Não precisa se preocupar! Para ajudar, algumas mamães apostam em alimentos mais ácidos.
3. HEMORROIDAS
Acontece nas melhores famílias. Entenda: na gravidez, dentre as muitas alterações fisiológicas, duas estão muito próximas: o intestino lento e a vasodilatação (ambas totalmente normais no período). E, bem… O problema de ter prisão de ventre e veias dilatadas ao mesmo tempo resulta nisso mesmo que você está pensando: hemorroidas.
4. LINHA NIGRA
Opa! E essa linha escura que apareceu na barriga? Não é pelo, descuido ou uma mancha vitalícia. Ela costuma dar as caras lá pela 14ª semana porque a alteração hormonal influencia no aparecimento de manchas no corpo da grávida e, sim, ela vai embora depois que o bebê nasce!
5. SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO
O nome pode assustar, mas o problema é comum em 50% das grávidas e causa dor e dormência nos punhos e mãos. Isso porque, com a retenção de líquido aumentada (típica da gestação), os nervinhos dessa região do carpo ficam muito comprimidos. Quem já teve diz que a dor é bem chata. Para contorná-la, os médicos costumam indicar fisioterapia e drenagem, além de analgésicos que aliviem os sintomas.
6. COLOSTRO INESPERADO
Não tem como prever ou prevenir, o colostro pode simplesmente aparecer e fazer um estrago total no seu look já no primeiro trimestre. Sinal de que seu corpo está a todo vapor para produzir o leite que alimentará seu filhote nas primeiras mamadas. Enquanto esse dia não chega, lembre-se: se não quiser passar aperto, proteja a região dos seus seios ou comece a carregar uma blusinha reserva na bolsa.
7. DOR NA SÍNFISE PÚBICA
Primeiro, localize-se: a sínfise púbica é uma cartilagem no final do quadril, que une os ossos da bacia na parte inferior. O que acontece é que, durante a gravidez, ela tem que amolecer para aumentar o diâmetro do quadril e, assim, o bebê possa se encaixar. E isso dói! Espere sentir na reta final, lá para o terceiro trimestre.
8. ESCURECIMENTO DOS MAMILOS
Percebeu que seus mamilos não eram bem dessa cor antes do teste dar positivo? Fique calma, é comum! A ação dos hormônios escurece a aréola e o mamilo e deve ficar assim ainda por cerca de quatro a seis meses depois que o bebê nascer – depois desse período, tudo volta ao normal.
9. COCÔ NO PARTO NORMAL
Sim, é muito comum! Acontece porque a força para empurrar o bebê é a mesma que se faz para evacuar. Antigamente, as mulheres faziam até uma lavagem intestinal pré-parto, mas hoje isso é completamente contraindicado. Pode relaxar! Os médicos e enfermeiros estão acostumados e ninguém além deles vai perceber uma movimentação inusitada por ali. Vamos combinar: quem vai se lembrar de reparar nesse detalhe no meio da euforia da chegada do bebê?
10. AUMENTO DO CORRIMENTO
A calcinha tem ficado diferente? A ação hormonal da gravidez também pode aumentar o fluxo do corrimento vaginal, que deve ser incolor e livre de odores. Qualquer alteração (como um cheiro forte), pode ser sinal de infecção – por isso é importante relatar ao seu médico durante as consultas do pré-natal. Caso contrário, é normal e deve parar logo depois do puerpério.
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Sobre o autor Fábio Anjos

Biólogo Licenciado em Ciências Biológicas, pela Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA-CE, Licenciatura Plena, 2010. Atualmente exerce a função de educador nível médio no Projeto Travessia na rede Estadual de Ensino, na Escola Estadual Nossa Senhora Auxiliadora e como também na rede municipal de João Alfredo. O mesmo possui Pós-graduação Lato Sensu em Análises Clínicas pela Faculdade Frassinetti do Recife-FAFIRE-PE, 2012. Cursando mestrado, pela Faculdade Norte do Paraná, no curso de Ciências da Educação e Multidisciplinaridade e cursando espanhol pela Universidade de Pernambuco.
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